M E N U

 


HISTÓRIA

O COMEÇO – PRIMEIRA FASE (1938-1945)

O início das atividades futebolísticas em Tabira surgiram por volta de 1924, com a sucessiva criação e extinção de vários clubes, como o Paz e Amor, Tijuca, Central e Fluminense.

Em 1938, um grupo de jovens encabeçadas por Raul Pereira Amorim, seu irmão Otacílio, Bino e Caneca formam o Sport Club Tabira.

Esse período (1938-1945) ficou conhecida como - a primeira fase de sua história -. A primeira formação da esquadra rubro-negra era composta por Manoel Legada, Elias de Basílio, Esaú Mascena, Laurindo Basílio, Bino, Biu, Manoel Pereira (Caneca), Otacílio Pereira, José Pires, Valdemar Pereira, Júlio Cordeiro, Romão Marques e Raul Pereira.

Em 1945, após uma cabeçada, o jogador e presidente do clube, Raul Pereira Amorim, caiu fuminado por um derrame no próprio campo de futebol.

Esse episódio ficou marcado na história do Sport, que depois disso paralizou suas atividades por 5 anos.

 
SEGUNDA FASE (1950-1960)
Em 1950, o ex-jogador Zequinha Pires assume a presidência e dá início ao que seria chamado de - segunda fase -, cabendo a ele reorganizar o time, que seria agora formado por Ismael, José Jerônimo, Jola, Luizinho, Jotinha, Batista, Xavier, Washington, Joca Soares e Agenor. Essa formação durou dez anos, quando em 1960, paraliza mais uma vez suas atividades.
 
TERCEIRA FASE (DE 1974 ATÉ OS DIAS ATUAIS)

Em 1974, o Sport recebe do prefeito da época, João Cordeiro, a doação do terreno onde seria o futuro estádio O Cordeirão.

Com a ajuda da construtora Move Terra, as dimensões do campo aumentaram com a retirada de grandes pedras, e chegaram ao tamanho padrão (100mx70m).

Em 1975, um ano após o reinício, nas comemorações de aniversário de 27 anos, ocorreu um trágico acidente. No local onde se realizava a festa do aniversário, os dois irmãos rubro-negros Jurandir e Alberto Cordeiro mergulharam nas correntesas do rio Pajeú, um para salvar o outro que haviam pulado e sumido, mas acabou morrendo os dois.

Em homenagem a eles, o estádio do Sport se chama justamente Irmãos Cordeiro, popularmente chamado de O Cordeirão. Por ser o único estádio da cidade, é tido teoricamente como o estádio municipal, apesar de ser patrimônio do Sport Club Tabira.

Essa década de 1970 representaria o ápice da sua história, chegando a derrotar várias equipes profissionais, dentre elas o Ferroviário de Recife (3º colocado no Pernambuco da época), o Nacional de Patos, o Comercial de Pesqueira, o Tabajara de Monteiro, etc. Nessa década, o presidente do clube Zequinha Pires, reune uma forte direção de grandes desportistas, como Caneca, Otacílio Pereira, o pequeno gigante Lula de Oscar, Lula de Napo, o poeta Dedé Monteiro e Ismael Mascena, ainda tinha como colaboradores e entusiastas os saudosos Augusto Borges, Antônio Limoeiro, Antônio Monteiro, o pai do poeta Dedé Monteiro, Jota Ferreira, João Cordeiro, Antônio da Serraria, Pedro Cariri, entre outros.

Reflexo fiel da imagem do Sport durante o começo da década de 1980 até os dias atuais se chama Antônio Moacir, o Mocão, ex-jogador do ótimo time dos anos 70, assumiu como poucos assumiriam, seu amor pelo amadorismo e pelo futebol. Sem ganhar nada em dinheiro, trabalha há mais de três décadas para não deixar cair no abandono o patrimônio e a história do rubro-negro tabirense.

Na década de 1980, assumiram a presidência do Sport: Rosalvo Sampaio, o saudoso Zé Liberal, Luís Soares da Rocha, Antônio Humberto Amorim, Antônio Moacir Cordeiro, Anchieta Araújo, Claudino Cordeiro Neto, Antônio Saturnino, o Tuta e Espedito de Freitas, o Tida.

Nessa década, começou a se disputar o Campeonato Tabirense, que teve 16 edições realizadas, das quais 7 ganhas pelo Sport.

1982. Na primeira edição do campeonato, em 1982, a equipe rubro-negra era formada por Tonho da Hora; George, Moacir, Holanda, Mário; Bam, Raul, Chico Machado; Colô, Bituri e Beton. O zagueiro Moacir, o Mocão, também era o treinador da equipe. O Sport chegou à final e enfrentou o time do Bandeirantes, do povoado do Brejinho. Na decisão, o placar terminou empatado no tempo normal, depois do Bandeirantes abrir o placar e o Sport empatar aos 43 minutos do segundo tempo com uma cabeçada de Beton. Na prorrogação, o Sport ganhou por 1 a 0 com gol de Chico Machado e se tornou o primeiro campeão tabirense.

1984. Segunda edição do Campeonato Tabirense, o Sport formava uma nova geração de jogadores: Veinho; Mário, Holanda, Adelmo, Beba; Tuta, Betinho, Elson, Bituri; Nenem e Beton. Moacir deixou de jogar e começou a comandar a direção da equipe, comando que perdura até os dias atuais. Mais uma vez na final, agora o Sport enfrenta o Corinthians, e derrota-o por 2 a 0, com dois gols de Beton.

1985. O Sport mantém a formação de 1984, e mais uma vez chega a final, com o Vasco. O Papai da Cidade ganhou de 1 a 0, com gol de Batista, de falta. Terceiro título em três campeonatos, todos invictos.

 

 


1986.

 

 
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